Comunidade Shalom
 
Quem Somos
Vida Sinagogal
Ensino
Healing
Fundo SAZ
Simone Annie Zingerevitz
Fundo P. Pajecki
OAT
Juventude
Acontece/
     Aconteceu
Cultura Judaica
Sede
Loja
Shalom no Mundo
Fale Conosco
 
 

JUVENTUDE

  voltar

Fotos do Viagem para Los Angeles

clique nas miniaturas para ampliar a foto.

foto

Viagem a Los Angeles

Priscilla Licht

Avistei os fogos de 2010 pela janela do avião, decolava para uma nova experiência: Um intercâmbio com oito jovens da Comunidade Shalom à uma comunidade conservadora em uma das cinco cidades com a maior população judaica do mundo, Valley Beth Shalom (VBS) – Los Angeles.
Durante a nossa estadia fomos muito bem recebidos e tivemos a oportunidade de conversar com diversos Rabinos. Em nosso primeiro almoço oficial tivemos a companhia do Rabino Schulweiss, fundador da VBS. Em seu discurso defendeu intensamente a união dos judeus no mundo.  Fiquei muito satisfeita ao ver a comunidade de LA colocar em prática esse discurso inclusivo. Lá as comunidades judaicas têm boas relações. Desde o respeito mutuo aos Ortodoxos, até a realização de atividades em comum com outras sinagogas conservadoras, como o Kinnus. Tivemos a honra de sermos convidados para esse último Kinnus, um final de semana aonde todos os jovens judeus de movimentos conservadores do West do USA se reúnem para rezar, discutir questões do Talmud, temas de âmbito mundial, se divertir e socializar. Foi uma experiência incrível que despertou em mim uma vontade enorme de interagir com outras sinagogas aqui no Brasil. Tendo a oportunidade de conhecer assim um maior numero de judeus da minha idade e aprender com as multiplicidades.
Visitamos “The museum of Tolerance”. Um museu diferente e interessante sobre o Holocausto. Além de narrar de uma forma única esse marcante acontecimento da história do nosso povo, adota uma linha americana de enxergar o mundo: inclui assim os judeus no espaço mundial. Para isso tem uma sala de atualidades que mostra atos preconceituosos, em geral, que devem ser evitados a qualquer custo. Sem negar a importância do que ocorreu com a gente, luta contra eventuais mortes que podem acontecer com qualquer um.
Realizamos um Minian com as crianças da escola da VBS. Apesar do sotaque americano e de diferentes melodias, a essência se mantém. No final, o Rabino Ed Feinsten sempre faz uma seção de perguntas. Os alunos podem questionar qualquer coisa. Naquele dia, uma menina de 9 anos perguntou se Deus é tudo. Meio segundo depois, de uma forma natural, o Rabino perguntou se ela era Deus e a resposta foi não. Ele então concluiu que a partir do momento em que ela acredita Nele, Deus faz parte dela, como faz parte de tudo, mas não é tudo, pois não é ela. Feinstein construía rapidamente um brilhante raciocínio para cada pergunta, e era uma mais difícil que a outra. Queria eu ter respostas como essas para as minhas duvidas existenciais.
            Tem outros diversos pontos que merecem ser citados. Mas, apesar de tudo, meu objetivo era conhecer e ter um maior contato com a comunidade, o que felizmente foi atingido. Depois desses 10 dias admiro e tenho mais vontade ainda de manter o judaísmo. Quanto mais me envolvo mais quero estar presente fazendo parte dessa comunidade.
Agradeço a Lu (Rabina Luciana Lederman) que nos acompanhou e lutou para que essa viagem se realizasse, nos motivando a aproveitar cada minuto.

Eventos da Juventude

SOBRE A CONFERENCIA PRESIDENCIAL ISRAELENSE: ENFRENTANDO O AMANHÃ.

Esse é o texto que fiz organizando todas as minhas idéias desenvolvidas durante a conferencia, é importante ressaltar que me utilizei de algumas frases que alguns palestrantes disseram, por isso nem toda integridade do texto é de minha autoria. - Iona Bacht.

Ano passado eu trabalhei num jardim de infância em Israel, Gan Ashalim, as crianças de lá tinham entre quatro e cinco anos; em 2025 o Ionathan e a Ilaf terão dezoito anos, e imagino eles sentados fora dos limites do Kibbutz ao lado de uma fogueira com todas as outras crianças. É motzei shabat, amanhã, eles devem acordar cedo. Ionathan tem que retornar a base da tzava a qual pertence, mas os seus pais não estão preocupados, mesmo que ele esteja cuidando das fronteiras de Medinat Israel, já fazem dez anos que o governo israelense firmou junto ao governo palestino um tratado de paz, e por mas de sete anos há silencio na região sem nenhum pigua. Ilaf conseguiu sua tehudat zehut e hoje trabalha na parte social do exercito, ela não precisou voltar para o Sudão, seu país de origem, e cuida para que seu Estado, aquele que ela escolheu, consiga ter uma maior igualdade social.

Quem pode prever o futuro? Por que temos essa necessidade imensurável de planejar e sonhar o que será? Esquecemos constantemente que no fim do sonho chega o momento da sua realização, e na prática essa perfeição tão almejada não existe.

A conferencia presidencial israelense convidou-nos a acreditar no futuro. Por que querendo ou não o amanha virá e ele de uma forma ou de outra nos pertence.

Na veida estavam presentes lideres da comunidade judaica mundial, por assim dizer, a conferencia trabalhou sobre o tema da liderança judaica que sim acredita no futuro, e como podemos dessa forma transformar crises em oportunidades.

Falou-se sobre as dificuldades ecológicas e das transformações que o mundo vem sofrendo, e o que ficou claro foi que devemos entender que o planeta não precisa ser salvo, o mundo irá continuar com ou sem a gente, o que estamos tentando salvar é a nossa própria espécie.

Se estávamos querendo formar oportunidades a partir das crises tocou-se no tema da atual crise econômica, e não foi difícil perceber, até mesmo para aqueles que, como eu, não somos experts em economia, que estamos apresentando uma abstinência de confiança, tanto de auto confiança como de confiança global. E desafiaram-nos a responder um dilema existencial nessa nova ordem; Se atualmente os problemas do mundo são globais na sua maioria, então nada mais lógico que suas soluções também assim fossem, mas então quem é responsável pelo que?

Como estávamos em Israel falando e acreditando no futuro, também se discutiu exaustivamente a PAZ.

Deve-se esclarecer que nossos lideres, aqueles que também acumulam a função de chefes, estão trabalhando para movimentar-nos, para cumprir suas responsabilidades, e que sabem que o amanha começa hoje, por que o hoje foi o amanha de ontem. E o que estamos fazendo agora tem influencia no que irá acontecer.

Como judeus, temos a facilidade de perceber o que nos diferencia dentro mesmo do nosso próprio povo, é difícil a tarefa de encontrar o que nos une, assim que, devemos nos juntar pela paz, por que este mostra ser o único caminho, entretanto para isso é necessário que se faça algumas observações:

1- Fazer a paz não significa fazer amor, devemos alcançar a paz e depois ver o que acontece.

2- Ser judeus orgulhosos, significa que também é minha responsabilidade resolver a questão palestina, não só por eles, mas principalmente por cada um de nos, e é somente dessa forma que vamos poder viver, lado a lado.

3- É o caminho mais fácil dizer como as coisas estão ruins e como elas nunca vão melhorar, somente com uma visão otimista as coisas tem mais chances de acontecer, por que a paz é sim possível e temos que acreditar nisso.

4- Se comprometer com a paz e ser serio a respeito significa correr riscos, por que não só na política com a todo momento estamos correndo riscos.

5- Criticar os EUA por que talvez a lua de mel terminou não vai trazer as soluções para o Oriente Médio, e se pensarmos bem, talvez a lua de mel não seja a melhor forma de construir a paz.

Para seguir adiante devemos prestar atenção no passado, e dar a ele seu real valor. Estamos bravos com o que aconteceu, a ferida continua aberta em diversos pontos, é de verdade muitos deles ainda doem, mas se analisarmos bem a situação iremos entender que é esse passado que muitas vezes não nos deixa seguir em frente para um futuro melhor.

Não é fácil, e as pessoas tem dificuldade de deixar os sentimentos de lado, para dessa forma chegar a paz. É preciso tomar muitas atitudes e promover diversas mudanças, e mesmo sabendo que o trabalho é duro, mesmo assim, acredito que principalmente pelo caminho da educação pode-se fazer as transformações mais difíceis.

Este é um jogo que estamos brincando há muito tempo, e que ao jogar já entendemos que não se ganha ou se perde, que não faz diferença o vencedor no final, que somos todos.

Ao construir Israel os halutzim não gastaram tempo pensando como ele ia funcionar, criaram o Estado e depois se foi administrando o seu funcionamento, fazendo os ajustes necessários, o mesmo deve ser feito a respeito da paz, devemos esforçar-nos para alcançá-la e depois realizar seus aperfeiçoamentos.

Por mais difícil que seja o estabelecimento da paz, e por mais complicada que seja a situação no oriente médio, nunca se pode perder o otimismo e deixar de acreditar nessa possibilidade, por que mesmo que “todo nascimento seja doloroso e cheio de sangue, ele é ao mesmo tempo repleto de esperança”.



Novembro/2008

Noam

» O Noam vai participar pela segunda vez do intertnuot, uma competição esportiva entre as tnuot de São Paulo. No ano passado o Noam terminou muito bem essa competição, e esse ano queremos mesmo ganhar!! Quem pode participar??? Chanichim de 12 a 17 anos!

-

» Este sábado, 01/11/08 teremos atividade normal para os chanichim de 7 a 11 anos. Os chanichim de 12 a 17 anos devem chegar às 17h30 pois teremos uma atividade diferente...(hmm suspense!). E ainda mais, Neste domingo os Chanichim de 12 anos a 17 anos estão convidados para o Intertnot, que é uma competição de vários esportes entre as tnuot se São Paulo, será suuper legal! Informe-se com o seu madrich.
DARKEA DARKEI NOAM!

 

Outubro/2008

Noam

Julho/2008

Noam

Junho/2008

Noam

 

Machané (próximos eventos)

 


Aconteceu

Maio 2008

Abril 2008

Noam

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outrubro 2007

Informações:
Shachar: 3849-1477
shachar@shalom.org.br

topo

 
 
 

Matenha-se atualizado, saiba tudo o que acontece...
saiba mais